Arquivos da categoria ‘Diversos’

Pra Casar e Nata do Samba no Leopoldina

Nessa sexta-feira (11/05) vai ter Nata Pra Casar, no Leopoldina (Graça), com as bandas Pra Casar e Nata do Samba. A Pra Casar tem na linha de frente Victor Ávila e Lucas Bressy, compositores do hit Triste Alegre – e mistura arrocha com música sertaneja, num ritmo que chamam de arrochanejo. Já o grupo Nata do Samba toca sucessos do pagode e da axé music. O evento acontece a partir das 22h e os ingressos custam R$ 30.

 

Pra Casar – banda que mistura arrocha e música sertaneja, sem dor de cotovelo ou lamentação: na festa de Victor Ávila (27, cantor) e Lucas Bressy (27, pandeiro e meia lua) – compositores do hit Triste Alegre – só rola alegria, no suingue do arrochanejo. “Juntamos os dois ritmos e demos maior destaque à sanfona. Queremos uma nova roupagem com, além da pegada romântica, muita brincadeira e irreverência”, explica Victor. No repertório, além das autorais Cantada EngraçadaMágica do amor, Não quero compromisso e Triste Alegre, versões de sucessos como Eu quero tchu, eu quero tcha (João Lucas e Marcelo), Não vale mais chorar por ele (Bonde do Maluco), Pra que entender (Jorge e Mateus), Vem ni mim Dodge Ram (Israel Novaes), Cabelo cor de ouro (Gusttavo Lima) e Meu ex amor (Amado Batista). Site: http://www.bandapracasar.com.br.

 

SERVIÇO:
Segunda Pra Casar
Bandas: Pra Casar e Nata do Samba;
Data: 11/05/2012;
Local: Leopoldina (Avenida Princesa Leopoldina, 398, Graça);
Horário: 22h;
Ingresso: R$ 40 (masculino) ou R$ 30 (feminino);
Mais informações: 3235-2351.

Equipe Riso leva crianças do interior para museus em SP

Esse fim de semana vai ser diferente para 14 crianças carentes de Belmonte, município com pouco mais de 20 mil habitantes, que fica no sul da Bahia, a 695 quilômetros de Salvador. O grupo beneficente Equipe Riso vai levá-las para uma extensa programação cultural em São Paulo. O passeio inclui visitas à Vila Belmiro (estádio do Santos) – no qual elas encontrarão com o craque Neymar) –, ao Aquário Municipal de Santos, ao Memorial da América Latina (para a exposição dos ‘Guerra e Paz’, de Cândido Portinari), ao Zoologico de São Paulo, ao Memorial dos 500 anos do Descobrimento e ao cinema.

 

“Queremos expandir os horizontes dos meninos através da cultura. A maioria nunca saiu da cidade, viajou de avião ou foi ao cinema”, conta Tatiana Campos, uma das voluntárias à frente do grupo. O grupo Riso foi criado há quatro anos por ela e pelo marido, o dentista Maurício Rodrigues. Eles vieram de Santos (SP) e, ao se mudarem para Belmonte, ficaram sensibilizados com a situação dos garotos e garotas do local. Desde então, eles juntaram amigos e, através de apoios locais, ajudam crianças de 8 a 12 anos com atividades de arte e lazer e fazem doações de roupas, remédios, alimentos e brinquedos. A TAG Produções apoia e incentiva ações como esta, que visam a democratização do acesso à cultura.

TAG e Del Feliz anunciam parceria

A TAG Produções e o forrozeiro Del Feliz anunciam parceria para planejamento estratégico e gestão de marcas do artista. “Del é um dos grandes cantores de forró do país. Ficamos felizes pela parceria com um artista popular, que faz o maior sucesso com o povão e que também ajuda a propagar nossa cultura no exterior”, diz Alexandre Haerter, diretor-administrativo da TAG.

Nádia Taquary na Fashion Rio

As obras da Olorum Bamim fazem parte do “Espaço Mãos”, uma espécie de minigaleria de arte (com curadoria da jornalista Cristina Franco) dentro do Senac Rio Fashion Business. As joias-escultura de Nádia dividem espaço com peças da também baiana Goya Lopes e com fotografias de Pierre Verger. O mix compõe uma homenagem à semana de arte moderna de 1922. “É um espaço dedicado à economia criativa”, explica Cristina.

Nádia Taquary: destaque em revistas nacionais

Nádia Taquary com uma das obras da Olorum Bamim (foto por Estúdio Gato Louco/Divulgação)

Nesse fim de ano, a artista plástica baiana Nádia Taquary ganhou destaque em algumas das principais revistas de arte e decoração do país. Em novembro foi a Casa Claudia. Já em dezembro, ela teve três obras no editorial de moda da revista ffw>>mag, cujo tema foi No mínimo, o máximo. Poucos dias depois, foi a vez da revista Casa & Jardim estampar as majestosas obras de Nádia na sua seção Talento.

 

Quer ver?

Clique aqui para a ffw>>mag, e aqui para a Casa & Jardim!

Nádia Taquary prepara série especial de joias-escultura

A artista plastica Nádia Taquary está trabalhando em uma série ainda mais exclusiva dentro da sua linha de jóias-escultura Olorum Bamim (que significa proteção do Deus Maior, em iorubá). As peças – que tradicionalmente misturam ouro, prata, madeira, figas e balangandãs com inspiração nas joias de crioulas do período colonial – vão ganhar edição especial, somente em madeira. A série vai se chamar Nuba, em homenagem aos povos africanos que vivem aos pés da montanha de mesmo nome, no Sudão (África). São tribos com tradições de ornamentos corporais extremamente elaborados, trançado de cabelos, pintura de pele com argila e tatuagens com cicatrizes. “A coleção é uma homenagem a esse povo guerreiro, que resiste com graça e beleza à situação terrível de guerra civil em que eles vivem”, comenta a artista.

Assim como nas peças tradicionais de Olorum Bamim, as obras chegarão a ter até 8 metros de comprimento e tiragem limitada. A diferença fica por conta do trabalho 100% em madeiras nobres. “A Nuba não vai ter absolutamente nada em metal. Todos os detalhes de todas as peças vão ser em madeira, privilegiando as de demolição e de origem certificada”, conta Nádia. A coleção vai estar disponível apenas na Galeria Fulô (em Trancoso – BA) e na Empório Magma (Alameda das Espatódeas, em Salvador), a partir de 2012. Por enquanto, existe apenas uma peça Nuba, que está em exposição no ambiente de Ana Paula Magalhães, na Mostra Casabella (Salvador).

Encerramento do Colóquio No Reino dos Festivais

Eliane Costa, Verônica Aquino, Jean-Jacques Lemêtre, Sérgio Dias, Ricardo Libório, Luciano Alabarse e Bernard Faivre d'Arcier

Hoje foi o último dia do I Colóquio Internacional No Reino dos Festivais. O evento, que aconteceu desde ontem, no auditório do PAF III – IHAC/UFBA, teve na programação desta terça nomes como Jean-Jacques Lemêtre (maestro do Théâthre du Soleil), Eliane Costa (gerente de patrocínios da Petrobrás), Luciano Alabarse (criador do Festival Porto Alegre em Cena), Ricardo Libório (criador do FIAC), Verônica Aquino (diretora de Promoção Cultural da Secult) – representando Carlos Paiva, que não pôde comparecer – e Bernard Faivre d’Arcier (presidente da Bienal de Lyon, foi diretor do Festival de Avignon por 15 anos).

I Colóquio Internacional No Reino dos Festivais foi uma realização de três unidades da Universidade Federal da Bahia – Escola de Teatro, FACOM e IHAC, sob a coordenação da Profa. Dra. Deolinda Vilhena. Patrocínio: SECULT (Secretaria de Cultura do Estado da Bahia), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e Bureau de Salvador – SCAC Recife – Embaixada da França. Apoio: TAG Arts, Pousada dês Arts, Agência Péck, Pereira, Deli & Cia e Maddá.

Selecionamos alguns trechos do que rolou ontem, para reproduzir aqui:

 

-Quanto ao DNA dos festivais, ele está sempre ligado ao teatro no ocidente. Todas as obras que chegam à gente como pilares do teatro surgiram em festivais. A emergência do teatro como espetáculo está ligada aos festivais. As dionísicas, por exemplo, vieram de festivais em Atenas. (Luciano Alabarse)

 

-O desafio de um festival é enorme e começa pela curadoria. (Luciano Alabarse)

 

-Vou encerrar minha fala (sobre as garantias de realização de uma edição seguinte de um festival de teatro ) com uma citação do Henry James: Trabalhamos no escuro, fazemos o que podemos, damos o que temos. A nossa dúvida é a nossa paixão e a nossa paixão é o nosso trabalho. O resto é a loucura da arte. (Luciano Alabarse)

 

-Geralmente os ciclos (de realização de um festival) se misturam. Estamos em plena realização do FIAC deste ano e já estamos mantendo vários contatos para o evento do ano que vem. (Ricardo Libório)

 

-No Brasil, não há política que aponte para a continuidade de fato dos festivais. (Ricardo Libório)

 

-Por maior que seja o cobertor, sempre fica um pé de fora. (Eliane Costa)

 

-No ano de 2006, quando tivemos nosso maior orçamento, houve patrocínio para mais de 1000 projetos. (Eliane Costa)

 

-Há o desejo do Théâthre de acender pequenas chamas aqui e acolá, espalhando a arte. E claro que o fato de participarmos de alguns festivais muda a peça que apresentamos, porque são cidades e contextos diferentes (Jean-Jacques Lemêtre)

 

-A estratégia de um festival se situa entre equilibrar o durável e o eventual (Bernard Faivre d’Arcier)

 

-Um festival deve ser uma forma de escola para espectadores. Claramente, é muito importante para o momento de descobertas. (Bernard Faivre d’Arcier)

 

-Festivais são lugares de confronto. O diretor propõe a programação, mas o que vai ser mantido ao longo das edições vai ser definido pelos espectadores. (Bernard Faivre d’Arcier)

1º dia de Colóquio No Reino dos Festivais

Patrick Olivier, Maria Rejane Reinaldo e Nehle Franke.

Aconteceu hoje, no auditório doPAF III  – IHAC/UFBA, o 1 dia do Colóquio Internacional no Reino dos Festivais. Pela manhã, às 9h, houve a abertura, com as presenças de Deolinda Vilhena (presidente da Comissão Organizadora/ETUFBA), Felipe de Assis (FIAC), Daniel Marques (ETUFBA), Sérgio Farias (IHAC/UFBA), Patrice Bonnal (Cônsul Geral da França para o Nordeste), Vitor Ortiz (Ministério da Cultura), Albino Rubim (Secult-BA), Dora Leal Rosa (UFBA). Uma hora depois foi a vez da primeira conferência: Panorama e importância dos festivais na Europa, por Bernard Faivre d’Arcier (presidente da Bienal de Lyon e ex-diretor do Festival de Avignon por 15 anos).

Após o intervalo para o almoço, foi chegada a hora (15h) da mesa redonda conduzida por Luiz Cláudio Cajaíba, cujo tema foi Cultura, identidade e organização dos territórios, apostas políticas e culturais dos festivais, articulações das intervenções públicas. Dela, participaram Patrick Olivier (criador do mestrado em Gestão de organizações culturais na Universidade de Paris Dauphine), Nehle Franke (diretora da Fundação Cultural do Estado da Bahia), Maria Rejane Reinaldo (diretora do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga) e Paulo Miguez (membro do Conselho Estadual de Cultura).

O evento continua amanhã (terça-feira), com as presenças de Patrick Olivier, Bernard Faire d’Arcier, Luciano Alabarse (diretor do Festival Internacional de Artes Cênicas Porto Alegre em Cena), Ricardo Libório (coordenador geral do FIAC), Jean Jacques Lemêtre (maestro do Théâtre du Soleil), Carlos Paiva (Superintendente de promoção cultural do estado da Bahia) e Eliane Costa (gerente de patrocínios da Petrobrás).

I Colóquio Internacional No Reino dos Festivais é uma realização de três unidades da Universidade Federal da Bahia – Escola de Teatro, FACOM e IHAC, sob a coordenação da Profa. Dra. Deolinda Vilhena. Patrocínio: SECULT (Secretaria de Cultura do Estado da Bahia), CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e Bureau de Salvador – SCAC Recife – Embaixada da França. Apoio: TAG Arts, Pousada dês Arts, Agência Péck, Pereira, Deli & Cia e Maddá.

Mais informações no blog do Colóquio Internacional No Reino dos Festivais.

TAG na trilha de Capitães da Areia

A trilha sonora do filme Capitães da Areia (inspirado na obra de Jorge Amado) teve produção musical de Carlinhos Brown e Alê Siqueira (dupla que produziu todos os arranjos instrumentais) e produção executiva da TAG Produções em parceria com a Janela do Mundo. O filme de Cecília Amado conta com dez músicas, sendo que oito foram compostas por Brown. Entre elas, as inéditas Adorada, Capoeira Futuro e Espírito Bravo, gravadas no Estúdio Ilha dos Sapos, em Salvador. “Foi um trabalho diferenciado, cujo resultado surpreendeu. A sinergia de Carlinhos, Alê e Cecilia foi incrível”, comenta Camila Rebouças, que coordenou a produção das músicas. A estreia acontece no dia 07/10.

 

Capitães da Areia – Pedro Bala, Professor, Gato, Sem-Pernas, Boa Vida e Dora são personagens que Jorge Amado criou para o livro Capitães da Areia. Abandonados por suas famílias, eles são obrigados a lutar para sobreviver pelas ruas de Salvador. Mais atual do que nunca, a história destes personagens imortais da literatura mundial emociona e inspira de forma profunda.

Lavagem leva 15 mil às ruas de Paris

A Lavage de La Madeleine levou mais de 15 mil pessoas às ruas de Paris, nesse domingo (18). A multidão vestida de branco seguiu o cortejo puxado pela banda Maniçoba Hype (de Robertinho Chaves, santo-amarense criador do evento), com participação de Carlinhos Brown. O trio elétrico saiu da Place de La République e chegou à Église de La Madeleine em pouco mais de três horas e foi seguido por alas de expressões culturais brasileiras, como capoeira, samba de roda, baianas, maracatu, samba-reggae e afoxés.

Com a chegada à Igreja de La Madeleine, dois padres (um brasileiro e um francês) se juntaram a um pai de santo e abençoaram o evento, com orações em francês, português e iorubá. Depois, Brown que seguiu o percurso a pé e cantou sucessos como Maria caipirinha, Tantinho, Ashansu e Viva Madeleine! (hino da Lavage, criado por ele mesmo) – ajudou as baianas na lavagem das escadarias. O espetáculo foi encerrado com uma releitura da música Nossa Senhora (de Roberto Carlos). Estiveram presentes na Lavage, nomes como Flora Gil (empresária), Del Feliz (forrozeiro), Luiz Argollo (deputado), Antônio Grassi (presidente da Funarte), Jota Veloso (compositor), Márcia Freire (cantora), Domingos Leonelli (secretário de turismo da Bahia) e Bertrand Delanoë (prefeito de Paris).

 

Lavage de La Madeleine – evento multicultural que acontece há 10 anos, inspirado na lavagem das escadarias da Igreja do Senhor do Bonfim (Salvador) e da Igreja de Nossa Senhora da Purificação (Santo Amaro). É realizada pela Associação Viva Madeleine, Brasil Onirê, TAG Arts e D+ Produções, com patrocínio da Alstom, Lei de incentivo à cultura/Ministério da Cultura/Governo Federal e Funarte. Apoio Cultural: Bahiatursa/Secretaria de Turismo/Governo do Estado da Bahia, Embratur/Ministério do Turismo/Governo Federal, SACEM – FR, AD Turismo e Rede Bahia.

*Fotos de Antônio Cançado/Brasil.fr

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